O Bofe

Praça da Sé

— Queru, minha deusa esculpida em ébano de Madagascar, desejo muito falar contigo — disse aquela voz de baixo profundo, aveludada e rude, daquelas que fazem a calcinha.

Porém Maria Querubim, a Queru, a única detetive da Praça da Sé que abre aos domingos e na segunda de manhã faz ginástica localizada, controlou-se: estava na rua. Firma no salto e gira o corpo e depara com aquele homem apolínio, quase dois metros, definido em ferros, com roupas justas de cores sóbrias e com a “mala” em um tentador alto relevo. Suspira.

— Maria de Fátima!?! Diga minha filha que quer? — disse com palatável decepção.

Aquele deus ruivo desmancha e reassume a voz natural em um autêntico trejeito de doce de leite cremoso. Chora!!

Queru, não suporta ver ninguém chorando.

Muito menos a Maria de Fátima.

Muito menos este monumento!!

Muito menos na rua com todos olhando! Bufa.

 

Segurado pelo vigoroso quadril, o leva para o seu escritório, terceiro andar, sala 34.

Chora de esguichar!!

Manda a desidratrante sentar!

Água.

Com açúcar.

Com valeriana.

Com um grito

— Desaguenta querida! Tá me saindo como um poc-poc em frente de um afofi grande!!

Aguentou, suspirou e conta.

— Maria Eugênia sumiu!!

— Aham, Cláudia, senta lá…

— Tô falando sério!

— Sei… novidade?

— Tô desesperada!

— Diz…

— Eu e ela estava no Barracão do Império da Mocidade…

— Estávamos…

— Queru! Você também? Mas não te vi lá…

— Continue… querida…

— Gênia estava fazendo teste no carro alegórico, cê sabe? O tema será: “Cleópatra, seu império e sua glória”. E a gente vai sair no carro de Isis e Anúbis. Eu ia subir e Gênia já estava lá em cima quando viu um bofescândalo, tipo Hulk sacudido no Justin Bieber, e a louca perdeu a pernas e caiu. Maior bafão, catamos ela e fomos no pronto socorro… deu cabeça rachada. De lá foi, ainda adormecida, para um hospital…

— Quando foi isto?

— Semana passada…

— Segue…

— Ficou dando uma de cinderela. Nem beijinho, fincadas ou balançada fez a bicha acordar. Anteontem tive que dar uma corridinha, sai não mais do que cinco minutos e ele sumiu…

— Como sumiu?

— Fui num pé e voltei no outro e ela tinha desaparecido…

— Cinco minutos?

— Um pouco mais, acho…

— Quando?

— Meia hora?

— Meia hora!?!?

— Hora e meia?

— Hora e meia!!

— Quase três… o enfermeiro era de primeiro mundo: boymagia!!

— Ninguém viu?

— Sim a chefe das enfermeiras pegou ele fazendo uma gulosinha nimim…

— Fofa, ninguém viu a Maria Eugênia sair? — havia uma ponta de inveja na voz de Queru. Deu água na boca! Babou na manga.

— Não… num sei… sai na sãosilvestre e depois, virado no Cristóvão liguei para lá e ninguém sabia de nada.

— Certeza?

— Juro, posso ver a Santa Roberta, completa atrás da porta se tô mentindo. — Volta a chorar. Queru não sabe se o estapeia ou capota. Reflete alguns minutos. — Tá que quer?

— Que encontre a minha vidinha!! Por favor!!

— Custa, viu?

— Desconto para uma amiga…

— Para você é o dobro — uma vingancinha boba de Queru. Sabia que a Maria da Fátima era ladinha na aplicação da bolsa.

— Feito mais encontra ela, por favor?

— Em que hospital estava?

*****

Rubens acorda Rubens e não entende o que ocorreu. Em um instante vê o caminhão atingir o ônibus, o mesmo, o das 6:30hs, que o leva até Moema. Uma caminhada, já está no hotel. Assistente de cozinha com perspectiva de virar chefe. Estou diferente. Estou uma bicha pão com ovo. Meudeus! Noutro está em um hospital. Braço, pernas corpo tateado e nenhum ferimento. Sobreviveu!!! Novamente reza, não quer morrer. Não quer deixar a Sara e os filhos. Tenta levantar, sente uma zonzeira e constata, horrorizado, que suas unhas estão pintadas de xadrez tipo da Opening Ceremony, vermelho e branco. Não sabe se ri ou chora. Talvez tenha até ficado descordado algum tempo e o pandego do Raul, filho menor de quatorze anos, cheio de fazer brincadeiras: o sacaneou. Papai está bem! Grita pela esposa, pelos filhos: Sandra! Renato!! Silmara!!! Raul!! Caralho ninguém aparece! O filhodaputa pintou até minhas unhas do pé! Olha… quero ir para casa. Você é o médico? Não? Vou sair. Não posso por quê? Em coma? Quando tempo? Uma semana? Nossa!! Então hoje é dia 16 de fevereiro? 15 de outubro? Então num estou só há uma semana, faz as contas? Em que ano?!? Mentira!! A vertigem aumenta. Quatro anos!! Quero ir embora!! Te dou um murro na cara!! Essas num são as minhas roupas! Quero sair daqui!! Tá fico com esta mesma!! Preciso ir para minha casa!! Senhora pelamordedeus, me ajude! Tá. Obrigado! Já tá pago? Deuslhepague! Me leva para o Grajaú! Rua Rodolfo Ruiz, 234, bem no final da rua! A cidade está diferente!

*****

Maria Querubim conhecia Maria de Fátima há mais de vinte anos. De uns quatro anos para cá , apareceu com a namorada, Maria Eugênia, também trabalhada em ferros, um pouco mais baixa, bonita, feições de indiano. Disse que a encontrou perdidinha na saída da academia. Foi amor na primeira pica! Fincou e ficou. Sim… as duas saem na galinhagem franca e explicita, mas sem beijo na boca de estranhos. Muita pegação mais sem dormir fora de casa. Gênia era uma cozinheira de mão cheia, comida mineira, francesa e cubana! Generosa e doce como um figo recheado com nozes! Porém nunca falava do passado e nem dizia do seu nome civil. Nem Maria de Fátima sabia!! Que por sinal, chamava-se Cristóvão!!

De posse da menos montada foto de Maria Eugênia, Queru chega na portaria do hospital.

— Soube que meu irmão está internado aqui, queria saber dele.

No automático, a atendente pergunta o nome do paciente. Queru finge um soluço, olha para os lados

— Sabe moça – voz de confessionário — meu irmão é procurado por não dar pensão para os filhos. Sempre usa nomes falsos. Não adianta dar o nome dele… cê viu ele?

— Vi não querida – voz de telefonista — pergunte para a chefe das enfermeiras que vem vindo ali.

Maria Querubim, Queru, sempre se orgulhou de sua bunda. Apesar do tempo, se mantém formosa, profunda, vistosa e cobiçada, mas a da Enfermeira Chefe era um escândalo!! Daquela que qualquer um, de Marte ou daqui, fica comovido somente em saber que está na mesma atmosfera que ela!!

Vindo era possível antever o potentado que transportava. Além dos olhares de maravilhado que provoca em todos. Queru se sente quase murcha.

— Senhora, por favor — entrega a foto — você viu o meu irmão?

De um olhar de desdém a enfermeira vai para de raiva. Com uma voz que se “jogar talco tudo vira lama

— Vi sim! — Quase ira, porém com lábios carnudos! Queru está se achando cheia de clichês românticos, precisa lavar o rosto.

— Onde ele está?

— Não sei e nem quero saber — ela vira e vai. Queru se pega cobiçando calipigia! Baba cântaros!

— Peloamordedeus! Onde ele está?

— Minha filha, este camarada estava em coma. Anteontem despertou e começou a gritar. Pede as suas roupas e sai. Não havia cristo que o segurasse. — Lavar a nuca e tomar um banho frio. Queru tem certeza que está com a calcinha no pé! Quer cair de boca!

— Gritava o que?

— Que não entendia o que estava fazendo ali. E piorou quando demos as roupas dele. Jogou para o alto. Dizendo que não era bicha. Foi um escarcéu!! — Um beijo. Outro beijo eram o que Queru mais desejava neste instante. Beijos longos, intensos, com línguas se pegando. Beijos, uma mão no monumento e a outra no zuaque.

— E?

— Nosso hospital é de respeito. Arranjamos uma muda de roupa e colocamos ele em uma taxi e mandamos embora daqui. — Por segundo Queru soube que estava abatida. Dela. Para ela. Com ela e com um saboroso odor de leite de rosas! Sou sua!

— Em que taxi?

— Um qualquer… sei lá — sai alardeando a oitava maravilha da terra. Queru quer aplaudir!

 

— Qual o nome da enfermeira-chefe? — Pergunta para atendente que responde. Queru anota. Vai voltar!

Queru sai.

Vai devagar até um ponto de taxi.

Para um motorista que palita os dentes.

— Puseram o meu irmão para fora do hospital, anteontem. Sabe quem levou ele.

— Como é seu irmão, doçura — Disse o palitador.

Queru mostra a foto e lança o seu melhor sorriso.

— Acho que foi o Adamastor, mas está em uma corrida, logo chega — falso olhar de decepção de Queru — Que tal um refrigerante, minha doçura.

Duas cervejas com steinhaeger depois e com o palitador já cantando Babalu, Adamastor chega.

Com uma cara de safado, afirma, depois de receber uma gorjeta, que levou a Maria Eugênia até o Grajáú.

Queru deixa o número errado do telefone e volta para a Praça da Sé. Tem coral logo mais a noite.

Antes liga para a enfermeira chefe. Steinhaeger a deixa safadinha!!

*****

Passei… Vem imagens sem nome. Casa, comida, roupa lavada e você declamando para mim!! Nunca passei por aqui. Estou muito tatá!! Não quero voltar. Nunca passei mesmo! Que cor horrível!! Sons estranhos. Um cheiro lembrou Rubens de um beijo. De um sorriso ao acordar. De danças e da mulher. Divergente, modificado e incomum. Coração aperta uma saudade que algo que nunca teve ou não lembra e se recorda rindo. Carnaval, músicas. Nunca ligou para festas. Nossa! Aquele está só no carão!! Que homem é um gato!  Acho que aquela amarela ali! Brigado!! Sei fiquei em coma quatro anos, por que ninguém estava lá? Será que Sara desistiu de mim. Companhia nova!?! Sara está bonita. Quem é a criança que carrega no colo? Sou eu Rubens, estava em coma!! Verdade! Não sei o que aconteceu? Não sabia! Coma! Forte? Não recordo! Bronzeado!? Acha? Saudades minha nega! Quem é a criança? Seu filho?!? Do meu irmão Juvenal? Meudeus!! Pensou que tinha morrido? Me procurou? Rubens não quer chorar. Sente e cala dor. Devagar lembra os olhares embaçados que recebia. Certeza tem que os seus também eram cimento. Tomara que estejam felizes. Estão? Mas por quê? Meu irmão é assim mesmo! E as crianças? Sandra casou? Mora no Rio de Janeiro? Que bom? Renato está trabalhando. Que bom!! Silmara? Brigou com a menina? Por quê? Mandou embora? Tá certo … vou até lá ver o meu novo neto!! Raul? Como? Raul está preso? Jura? Masmeudeusporque?!? Latrocínio? Lamentos. Olha não tenho onde ficar: posso pernoitar aqui alguns dias até me aprumar? Rubens deita na sala. Prefere ficar longe até se acalmar. Onde já se viu? Com meu irmão? Mexido. Vou tentar acordar cedo. Ir até a casa da Silmara e depois pensar na vida.

*****

A rua termina na mata. Queru caminha com seu traje de oficial de justiça.

Todas casinhas iguais.

Subiu e desceu três vezes até perceber que foi notada. Para na ultima esquina. Finge revisar seus papeis. Param dois moleques, dez anos, e a olham de longe.

Com o seu sorriso sessãodatarde, aproxima.

— Oi? Estou procurando este homem. Ele recebeu uma herança e preciso entregar para ele ou para a família dele… vocês conhecem?

Os moleques olham a foto, riem.

— É o Rubão!

— Rubão? Onde mora?

— Sabe moça, ele voltou outro dia…

— Voltou de onde?

— Num sei… mora naquela casa amarela. Vamos até lá.

 

***** 

Acorda cedo , quer preparar um café legal. Vai pedir um dinheiro emprestado e ver se ainda pode trabalhar. Meudeus!! Filhota, sou eu mesmo! Também não entendo muito bem. Ficou grávida e depois foi morar com uma mulher? Certo, não tenho direito de julgar ninguém, você é minha filha! Não sei mesmo senhora! Tá, como é o seu nome? Fatima!! O nome trouxe à boca uma doce recordação. Preciso me depilar!! As mãos suam. Pernas tremem e o coração é invadido por uma nostalgia. Vou voltar sim para a casa sua mãe. 

*****

Cantando musicas infantis Queru e os meninos chegam até a casa.

Batem palmas.

***** 

Sofreu? Nos braços do Juvenal? Sei. Minha voz é assim mesmo, mulher? Cantarolando o que? Rebolando? Tá me estranhando? Chamei você de que? Sara, larga, me solta! Sai daqui sua rachada! O que? Num disse isso não. Estou muito decepcionado com você! Vá atender a porta, por favor!

***** 

Vem atender uma moça magra, olhar feliz.

— Pois não…

— Sou do Imposto de Renda e estamos com a devolução do Sr. Rubens, ele está?

— Está sim… mas que imposto?

— A devolução dele, tenho que entregar… olha, é uma boladona…

A moça rapidamente conduz Queru até a sala: Simples, arrumada.

De outro cômodo vem o Rubens, Maria Eugênia, Queru sorri e ele age como nunca a tivesse visto

— Sim?

— Maria Eugênia?

— Prazer Rubens! — Momento de silêncio.

 

— O seu nome é Rubens?

— Minha senhora, vou ser claro. Aconteceu algo comigo e perdi uns quatro anos da minha vida. Recobrei a memória e voltei…se fiz algo para você peço desculpas.

— Como?

— Só lembro estar indo trabalhar e depois acordar em um hospital.

— Só isto?

— Só.

*****

Comigo? Pois não? Olha, não sei nada disto que está falando. Certo posso ir lá fora sim! Moça, estou saindo de coma, não sei bem das coisas. Então…como? Não conheço nenhum Maria de Fátima!?! Minto, de Fátima conheço só a mulher de minha filha. Maria Eugênia?!? Até me é familiar este nome, mas não sei quem é! Não me lembro de você não … Tá bom! Minha vida tá boa. Minha mulher está aí com um filho novo. De resto tudo bem. Já vai? Quer um café? Fiz bolo! Até logo.Rabão deve ser puro silicone industrial!

*****

Maria Querubim, a Queru, a única detetive da Praça da Sé que abre aos domingos e nas quartas entrega sopa para os moradores de rua não suporta ver ninguém chorando. Muito menos a Maria de Fátima.

— Como morreu?

— Convulsão.

— Quero ver o túmulo!!

— Cremaram

— Cinzas

— Jogaram na Avenida Indianópolis…

— Estou viúva!!

— Lamento

*****

No ônibus treina o texto para o hotel. Olha o volume da calça apertada. Tesão medonho! A boca espuma. Muda a visão e aquecido pelo olhar de outro homem. Este de terno, tipo segurança. Ônibus enche e Rubens e o segurança ficam mais perto. Rubens convida para descerem no próximo ponto. Rubens se assusta, faz e se vê fazendo, horrorizado e maravilhado. Ouve uma voz que não reconhece. O beijo de agradecimento o deixa abismado. Mesmo hotel mais a cozinha diferente. Ninguém o conhecia. Rubens anda. Água. Sandra. Trabalho. Aí se eu te pego agora declamado para mim beijo seus pés, quer? Estou ficando gordo! Filha, vá se tratar! Meudeus!! Estou uma tia!! Sara Uó! Buceta zonza!!! Deu a elza no outro! Estou tão cansada de tudo! Filhos. Meudeus!! Um urso! Perereca cega. Quero voltar. Silmara. Vai, Rubens força no picumã. Cacete!! Devia ter pego o telefone do segurança! Estou tão cansado de tudo! Juros. Meusdeus!! Que fina estampa! Raul. Tá meu bem! Vida. Deviam prender aquela mulher com essa maquiagem!! Estou tão louca!! Juvenal. Morte. Qual o nome dele mesmo? Renato. Tá querida! Voltar para que? Caralho. Está uma Sissi! Estou tendo idéias loucas! Louco?!?! Motorista pintosa aquela! Que coisa mais creuza! Cotrofe! Saí, Zoraide! Vou levar para o filho da minha mulher! Rubens ouve um grito, vira e está desmaiado no chão um homem loiro. Transeuntes o levanta. Ele olha novamente na direção de Rubens e desmaia. Rubens corre. Maria de Fátima. O gosto do amor volta à testa. Dia sim e outro também, Rubens o segue. Academia. Escola. Loja para bebes. Pegação. Show. Por que está beijando aquele baixinho? Não sei onde estou com a cabeça e não vou lá e arranco a peruca daquela mocreia?!? Rubens mora com Sara. Dormem no mesmo quarto e cama, porém não rola nada. Ele até tentou porém não conseguiu. Ela até tentou mais não o conseguiu. Sentiu-se “la malinche”. Chorou até dormir

*****

— Preciso de um favor seu — Queru deixa Maria de Fátima prantear até perder o fólego.

— Quiquer, minha flor de maracujá?

— Que banque o bofe comigo!! — choro cessa. Interrogação.

— Como? Você é amiga, num dá…

— Comigo não, quero que amacie uma racha para mim…

— Amaciarr?!? Como?

— Sua voz de baixo… e sua firmeza por favor…

— Quando?

— Agora…

— Num sei se dá… estou muito sentida…

— Pensa na Maria Eugênia… uma homenagem… por favor?

— Tá depois conto um bafão que aconteceu comigo?

— O que foi?

— Acho que via a Gênia na rua … s

— E?

— Desfaleci… será que você mentiu para mim?

 

Companhia toca. Queru atende e deixa entrar no escritório a enfermeira chefe em um estonteante vestido justo e florido.

***** 

Maria de Fátima o viu e não desmaiou. Chega temendo o pior. Oi? Você não morreu? Fênix das cinzas. Um café. Está magro. Você lindo. Tem coisas que não lembro. Não esqueço de você. Volta? Não sei? Está onde? Casa da minha mulher. Você tem filhos? Quatro e meio. Meio? Conto depois. Fica. Vou voltar. Venha sempre. Rubens chega e agradeçe a hospedagem é afirma que Rubens morreu. Deixa um telefone, email e um endereço. Na Avenida Teotônio Villela, Maria Eugênia acorda Maria Eugênia. Saca o celular e com doce voz desejos combina uma rapidinha com o segurança. Hoje vou primeiro.

 

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